Design por dentro - Blog do Instituto Brasileiro de Design de Interiores


Trabalho do designer português Fernando Brízio é capa da revista britânica “Icon”
Julho 18, 2008, 1:30 pm
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O trabalho do designer português Fernando Brízio, em particular a instalação realizada numa exposição em Turim, foi escolhido para a capa da edição de Agosto da revista britânica “Icon”, publicação de referência na área da arquitectura e design.

Turim é este ano a Capital Mundial do Design, e de todas as iniciativas, exposições e eventos em curso, a revista elege a exposição “Flexibility - Design in a Fast-Changing Society”, comissariada por Guta Moura Guedes, com a presença de 15 criadores portugueses, como “a mais interessante para visitar”.

Instalada numa antiga prisão de Turim, “Flexibility - Design in a Fast-Changing Society” (Flexibilidade - Design numa sociedade em rápida mudança), foi inaugurada em Junho, e centra-se na importância da flexibilidade para a sociedade contemporânea, em particular na área do design, reunindo obras de design, música, instalações em vídeo e textos sobre o tema. “Flexibility - Design in a Fast-Changing Society” ocupa um total de 3.200 metros quadrados, onde são apresentadas uma introdução ao tema e várias interpretações através de texto e de uma instalação-vídeo. No interior da prisão são mostrados diversos exemplos de design flexível, desde produtos e objectos a sistemas e serviços, com mais de 60 propostas.

Entre os artistas portugueses e estrangeiros representados nesta exposição, a revista “Icon” destaca Bertjan Pot (Holanda), Patricia Urquiola (Espanha), e em particular o trabalho de Fernando Brízio, que criou uma instalação composta por vestidos coloridos.

“Renewable Clothing” apresenta um conceito original em que os vestidos brancos podem ser pintados por quem os veste, apenas colocando feltros de canetas coloridas em pequenos bolsos e deixando a cor espalhar-se. O vestido pode ser lavado e pintado em diferentes combinações de cores.

Nascido em Angola, em 1968, Fernando Brízio tem vindo a criar, ao longo da última década, projectos de design de produto, cenografia e exposições, nomeadamente, para a ExperimentaDesign, Details, Protodesign, Modalisboa, Die Imaginäre Manufaktur, e Intramurus. Os seus trabalhos já integraram exposições em diversas cidades na Europa, e também em Tóquio e São Francisco.

Na edição de Agosto da “Icon” também há uma entrevista a Álvaro Siza, apresentado como “o primeiro arquitecto internacional a criar um museu importante no Brasil”, para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, inaugurado em Maio.

Font: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=355040&visual=26&rss=0



IBDI na Televisão Local.
Julho 17, 2008, 2:41 pm
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IBDI na TV

A apresentadora Carol entrevistou o professor do IBDI Heron Arruda no seu programa da rede Mocinha de Televisão. O tema era “A Iluminação e a Qualidade de Vida”, onde o professor discorreu sobre a importância de um bom projeto luminotécnico para áreas comerciais e residenciais, sobre os diferentes tipos de iluminação e lâmpadas adequadas para cada situação. Perguntado sobre a influência da iluminação sobre a disposição física e mental das pessoas, argumentou que, “no ambiente de trabalho é possível melhorar o desempenho, aumentar a capacidade dos indivíduos, e nas residências deve-se proporcionar conforto e prazer de viver com quantidade e qualidade de luzes de acordo com a necessidade. Por outro lado, a iluminação inadequada pode ocasionar depressão, fadiga e problemas físicos de toda ordem”.

O programa da manhã da TV Mocinha é um show de variedades, onde apresenta serviços à comunidade e convidados. É assistido em toda a região circunvizinha de Balneário Camboriú. O IBDI esteve representado pelo professor Heron, cumprindo com a determinação descrita nos objetivos da escola de levar o conhecimento e crescimento para região.



Projeto de Design em Praça Pública.
Julho 17, 2008, 2:37 pm
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Os espaços públicos disponíveis nos centros das cidades, segundo estudos de vários Institutos de Planejamento Urbano, costumam ter um destino infeliz ao se tornarem alvo de ocupações indesejadas. Estas ocupações são mais danosas na medida em que as cidades crescem e as áreas centrais vão substituindo as moradias por comércio, cujo horário de funcionamento não avança na noite.

Acredita-se que o domínio destes espaços, a partir da implantação de comércio, serviços e infra-estrutura básica, traga uma sobrevida a estas áreas com tendência a degradação. A simples inserção de postos de atendimento, porém, não garantiria a tranqüila convivência dos cidadãos, necessitando ainda de outras medidas para solidificar a urbanização do lugar. A proposta que lançamos para os alunos de Design do IBDI sugere que as edificações tenham atividades com suficiente poder de atração para manter um número de visitantes por um período não apenas diurno, mas ininterrupto, funcionando como uma Rua 24 horas.

Tratando-se de um projeto de Design de Interiores, o Projeto da Praça Higino João Pio insere-se no contexto de projeto para área urbana, mas com a especificidade do cuidado com os ambientes criados e pouca ênfase ao projeto geral da praça. De qualquer maneira, o conjunto formado pelos módulos constitui-se em uma implantação da nova praça pública, incluindo até o mobiliário urbano e paisagismo.

 

 



Design na parede
Julho 14, 2008, 8:58 pm
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Dar uma geral na casa gastando pouquíssimo dinheiro parece um sonho. Pois, acredite, é possível! Os adesivos decorativos não param de fazer sucesso. Merecem. Cada vez mais bonitos e criativos, são um trunfo para quem está com o orçamento apertado, mas não abre mão de uma casa bonita.

E a oferta é farta. Um bom endereço de designers craques nesta técnica é a Gecko que está completando seu primeiro ano de vida com exposição na Via Manzoni.

Para comemorar, realiza a exposição Geckonidae, na qual 20 designers, ilustradores e artistas desenvolveram adesivos exclusivos tendo a família como tema.
Os artistas são pop e desenham de gatos a favelas. Entre eles, o carioca MarceloMent, um dos pioneiros na cena do grafite no Rio. Já Brian Thomas se inspira na música e faz notas musicais virarem adesivos perfeitos para equilibrarem o dia-a-dia na frente de um computador, por exemplo. E ainda: Artur ?Kjá, Christiano Calvet, Emilio Rangel, Fabio Mota, Fabio Lopez, Luciana Maia, Marcelo Ramos, Marcos Leme, Mariana Mansur, Rafael Meliga, Rodrigo Borges e Yomar Augusto.



Desenvolvendo o Bom Design
Julho 14, 2008, 2:46 pm
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por Fabiano Pereira sobre: Artigos, Design, Design Conceitual, Filosofias, Profissionais

Bom design significa design de qualidade, que comunica, agrega valor ao produto e cumpre com primazia o seu papel. Porém, para se chegar a um resultado de alto nível, é necessário muito mais que o domínio técnico das ferramentas, recursos e linguagens. Enquanto o designer não se conscientizar disso, corre o risco de ficar à deriva num mar de tendências, recursos clichês e falta de profundidade.

Referências


O designer, além de dominar todo o processo inerente ao meio para o qual está criando, deve possuir diversas referências culturais, estéticas e artísticas.

Vejamos os exemplos dos grandes escritores. Além de serem dotados de grande talento, são verdadeiros “ratos de biblioteca”, lendo tudo o que lhes é oferecido compulsivamente, de clássicos da literatura às bulas de medicamentos.

Com isso, dominam cada vez mais a linguagem, aprimoram as possibilidades de expresssão e, finalmente, se carregam de referências literárias e textuais. As referências serão condensadas, “mixadas” pelo cérebro e oferecerão, ao escritor, possibilidades expandidas de expressão.Na verdade, só fala e escreve bem quem lê muito, só se fica atualizado acompanhando as notícias, so se é um bom músico dormindo e acordando com música, todos os dias. Em todos os meios citados, a “tara” ou “objeto de desejo” é a produção daquilo ao que cada um se propõe, de forma natural e não forçada.

Quais são as referências para  designer?


O design possui características interessantes, que tornam essa profissão tão fascinante e complicada, ao mesmo tempo, dando margem a diversos embates filosóficos-existenciais-profissionais, como em quase nenhuma outra ocupação conhecida.
Design não é arte, porém, com frequência, esbarra em conceitos e soluções advindas da produção artística. Assim, referências artísticas são uma constante no trabalho do designer, que deve se alimentar de exposições de pinturas-gravuras-xilogravuras-esculturas; enfim, de todo tipo de arte. Há, ainda, a possibilidade de mergulhar em livros e observar o quão magistral a expressão humana pode ser e a maneira como isso pode ser abordado em uma publicação.
O aprimoramento e o bom design saem de uma bagagem cultural ampla, completa. Não há outro meio. A vivência da profissão, a seriedade aplicada ao fazer técnico, o perfeccionismo, o prazer de se fazer o que gosta mesmo em cenários complicados e muito rotineiros de extrema pressão, de dead-lines criminosos. Tudo isso faz parte do grande e complexo todo da profissão.
Não há dependência direta da mídia para a qual se cria no sentido das boas referências, pois, como se sabe, design é, dentro de sua magistral amplitude, uma coisa só. É claro que nossos olhos são imediatamente atraídos para o lado cujo qual nos interessamos. O designer que faz web (também conhecido como webdesigner) fatalmente irá observar mais atentamente os trabalhos feitos para essa mídia, acompanhando os prêmios e os desdobramentos do mercado. Da mesma forma, que faz design off-line estará sempre de olho em material impresso, assim sucessivamente.
As boas referências estéticas e culturais são comuns para todos os desdobramentos da profissão, não acredito haver uma diferença clara e pronunciada. Creio que todo designer deveria ser um amante das artes visuais, um atento observador anônimo do mundo e de suas vertentes, observando todos os aspectos visuais em tudo o que o cerca: carros, ônibus, apartamentos, roupas, cartazes, fachadas, arquitetura, tv, internet… Um grande catalisador de tendências, idéias e conceitos.

Conclusão


O design de qualidade não está ligado diretamente à idéia de bons recursos tecnológicos. Apesar dos grandes talentos nacionais, existem diversos aspectos de diversas áreas que ainda não chegaram numa qualidade compatível com o design feito nos países de primeiro mundo. Se a questão fosse somente o equipamento, já estaria resolvida há tempos. Temos as mesmas máquinas, os mesmos softwares, acesso a boa informação técnica e bons livros (mesmo que importados); porém, muito de nossa produção está ainda engatinhando, o que mostra que a questão é totalmente cultural. Para se fazer o bom design, é necessário ter uma boa cultura.
Portanto, o mundo a sua volta é a sua principal fonte de inspiração e matéria-prima. Não deixe de apreciar, obviamente, todas as formas de arte, além das visuais. Ouça uma música que lhe toque, ligue sua parabólica e prepare-se para absorver toda e qualquer referência e pode acreditar: na hora em que for necessário, seu cérebro saberá justamente onde buscar a informação e solução para determinada peça e você, só depois de algum tempo, vai entender o processo louco e fascinante da criação e seu referencial estético.

Fonte: http://design.com.br/blog/desenvolvendo-o-bom-design/



O IBDI lançou seu 1º Curso Técnico em Moda
Julho 14, 2008, 2:30 pm
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Finalmente estão abertas as portas para a moda em Balneário Camboriú!

Em um evento realizado no dia 04 / 07/08, o IBDI lançou seu 1º curso técnico em Moda, na ocasião estiveram presente alunos interessados, profissionais da moda, proprietários de empresas do ramo e amigos. A coordenadora do curso Karol Testoni falou sobre a importância de um curso como este, voltado principalmente para a definição de estilo na criação pessoal e para marcas. O evento contou com a presença da palestrante Regina Santos que lançou o seu site de moda ” www.fashionview.com.br ” e falou sobre o SPFW verão 2009, onde conclui :”ser uma estação sem tendências, na qual o estilo de cada um é que deverá ser levado em consideração na hora de compor o seu guarda-roupa para próxima estação”.

Enfim, saber sobre o que é estilo, como trabalhar e criá-lo é fundamental hoje no mercado da moda, desta forma o curso técnico Estilo em Moda abre as portas para alunos interessados em tornar-se verdadeiros profissionais da área em apenas 1 ano!

Os interessados em receber mais informações acessem nosso site ou façam-nos uma visita!






Pra quem não foi à Casa Cor 2008 …
Julho 11, 2008, 12:03 pm
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Pra quem não foi à Casa Cor aí está um Tour Virtual super legal onde se poder ver os ambientes em todas as direções.

Tour Virtual Casa Cor 2008



Julho 10, 2008, 7:07 pm
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Sabrina Foster - Um Pouco do Mundo Todo
Junho 27, 2008, 9:17 pm
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Aula no Show-Room
Junho 27, 2008, 8:54 pm
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O Döhler Club começou a contabilizar o sucesso da 12ª Mostra, no ciclo de ambientes criados por arquitetos e decoradores convidados a expor no seu show-room, em Joinville. Concebida pelo arquiteto Fabrício Vieira, “A Cobertura da Jovem Executiva” alcança o segundo mês de portas abertas para o público. Até o final de maio, pouco mais de 300 pessoas haviam entrado na sede do clube para conhecer o espaço sofisticado e funcional desenhado por Vieira. O espaço tem traços rústicos e desníveis de piso, com toques de requinte, e é dividido em sala de estar, home-office e suíte.

Desses visitantes, pelo menos 35 são da sede joinvilense do Instituto Brasileiro de Design de Interiores (IBDI). Os alunos dos turnos da manhã e da noite foram acompanhados pela professora Kelly Dencker, arquiteta associada ao Döhler Club. Ela conta que as visitas, além do viés didático, decorrem do interesse dos alunos pela mostra. “A ‘Cobertura da Jovem Executiva’ serve para que as turmas de Design de Interiores conheçam o processo de criação de uma mostra, antes, durante e depois dela”, explica Kelly. Para ela, os pontos mais importantes que foram tratados nas visitas, que contaram com a presença de Vieira, foram as linhas, os tecidos e os complementos escolhidos pelo arquiteto: “Verificamos as tendências e tomamos o espaço como uma aplicação da teoria. Por isso, a presença do Fabrício foi importante, já que ninguém pode explicar as opções da criação do espaço melhor do que ele”. E os alunos? “Ficaram encantados com o espaço”, relata. “Todos fomos muito bem atendidos e tivemos as dúvidas sanadas”.